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domingo, 13 de outubro de 2013

EMBRATUR E AVIAÇÃO VÃO ELABORAR PLANO LOGÍSTICO PARA COPA 201



Ministro Moreira Franco e Flávio Dino estiveram reunidos nesta quarta-feira (9) em Brasília para acertar detalhes de como será feito planejamento envolvendo as duas instituições e demais órgãos de governo

Descrição: Descrição: O ministro Moreira Franco e o presidente da Embratur  em reunião, acompanhados de suas equipes
O ministro Moreira Franco e o presidente da Embratur em reunião, acompanhados de suas equipes

A Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) foi convidada pela Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República para integrar o Comitê Técnico de Operações Especiais da Comissão Nacional de Autoridades Aeroportuárias (Conaer). Nesse fórum, a Embratur vai colaborar com as estimativas de chegadas de turistas estrangeiros, afim de elaborar um plano logístico para o deslocamento de turistas nos aeroportos brasileiros durante a Copa do Mundo 2014.

O convite foi feito hoje pelo ministro Moreira Franco ao presidente da Embratur, Flávio Dino. A missão do grupo será preparar detalhes de deslocamento de diferentes públicos durante a competição, tais como como chefes de Estado, atletas e torcedores. O Comitê Técnico também irá fazer um planejamento específico para os voos charter.

O presidente da Embratur atentou para o fato que será a primeira Copa em muitos anos em que a conexão aérea deve ser o principal modal de transporte. Isso porque, tanto na África do Sul quanto na Alemanha, a maior parte dos deslocamentos foi feito por via terrestre.

Competitividade no setor aéreo

Dino atentou para o fato de que é necessário dialogar com as empresas em relação às tarifas aéreas afim de evitar a cobrança de preços abusivos. “Temos de lembrar que os olhos do mundo inteiro estarão voltados para o Brasil”, afirmou Dino. “Qualquer evento, positivo ou negativo, terá repercussão internacional instantânea. E o quesito preço de nossas ofertas turísticas é um ponto a estarmos atentos”.

O ministro Moreira Franco destacou a necessidade de redução da carga tributária do setor, como forma de baratear custos. “Um avião que decola em Guarulhos para um outro aeroporto brasileiro já sai com 30% a mais de carga tributária em relação a um avião que viaja ao exterior”, afirmou Moreira Franco. O motivo é a isenção de diversos tributos em voos para o exterior, para seguir normas assinadas pelo Brasil em acordos internacionais.

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