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terça-feira, 12 de novembro de 2013

UNIVERSÍADE REFORÇA BRASÍLIA COMO DESTINO DE EVENTOS

 

Vinda de 10 mil atletas para Jogos Olímpicos Universitários de 2019 reforça papel de Brasília como um destino internacional de eventos, avalia Flávio Dino, presidente da Embratur, que apoiou captação do evento A escolha de Brasília para sediar a Universíade (Jogos Olímpicos Universitários) de 2019 vem coroar a contínua melhora da posição internacional de Brasília na captação de eventos internacionais. A avaliação é do presidente da Embratur, Flávio Dino, que apoiou a Secretaria de Turismo do Distrito Federal captação do evento. Dino lembra que a capital do país vem de um avanço significativo nos últimos resultados da ICCA (International Congress & Convention Association), que mede a captação de eventos internacionais.

"Brasília já é a 3ª cidade brasileira noranking da instituição, atrás apenas de São Paulo e Rio”, lembra Dino. “Acredito que a vitória da cidade na disputa pela Universíade vem coroar essa tendência, fruto de um esforço conjunto da Embratur com as autoridade locais, em especial da Secretaria de Turismo do Distrito Federal”, afirma Dino. A escolha de Brasília para sediar a Universíade foi anunciada no último sábado em Bruxelas. A candidatura da capital federal foi apresentada em outubro com apoio da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) à Federação Internacional de Desporto Universitário (FISU). Na avaliação de Dino, a recepção da Copa das Confederações, este ano, da Copa do Mundo, no ano que vem, e da Universíade colocarão Brasília em um novo patamar internacional na captação de eventos. “Em 2012, a capital já recebeu 22 eventos rankeados pelo ICCA. Tenho certeza que a partir de agora esse número crescerá muito mais”, afirma Dino. Segundo ele, a escolha de uma cidade para sediar um megaevento acaba influenciando os organizadores de seminários e convenções, já que aponta a todo o mundo que aquele destino está apto a receber eventos de qualquer porte. Atualmente, a capital brasileira já ocupa a 26ª colocação em captação de eventos nas Américas. Está empatada com Miami e Atlanta (EUA) e à frente de Los Angeles e Las Vegas (EUA), Córdoba (Argentina) e Punta Del Este (Uruguai).

“Brasília tem espaços para convenções e uma estrutura hoteleira que a capacita para ser uma das principais sedes de eventos do mundo”, afirma o presidente da Embratur, Flávio Dino. Ciclo dos megaeventos Dino lembra que a escolha de Brasília para sede da Universíade 2019 completa o ciclo de megaeventos no país ao longo de menos de uma década. “Da Rio+20, no ano passado, à Universíade 2019, teremos recebido os maiores eventos esportivos e políticos do mundo, consolidando indubitavelmente o Brasil como mercado de ponta na captação de eventos, o que já vem se refletindo pelo nosso crescimento no ranking ICCA”. Em 2003, o Brasil estava em 19º no ranking ICCA. Em menos de 10 anos, já subiu a sétimo. “Nossa meta na Embratur é passar a fazer parte do grupo de cinco países que mais captam eventos no mundo”, revela Dino. O presidente da Embratur avalia que esse avanço é um efeito positivo já dos megaeventos como Copa do Mundo e Olimpíadas, que aumentaram a visibilidade do país. E que representam um ganho de renda para os 10 milhões de brasileiros que trabalham com turismo, já que o viajante de negócios e eventos gasta, em média, mais que o turista de lazer. São cerca de US$ 285,10 do turista de negócios comparado a US$ 68 do turista que vem a lazer. Além disso, estimativas internacionais apontam que, anualmente no mundo, o segmento de turismo de eventos e negócios movimenta U$ 30 bilhões na economia mundial. 

“A ampliação na captação de eventos significa captar uma parte cada vez maior desse montante para a economia brasileira”, afirma o diretor de Produtos e Destinos, Marco Lomanto. “Além disso, os eventos ajudam a enfrentar a questão da sazonalidade, garantindo ocupação mais continuada a hotéis e movimentando toda a cadeia produtiva da cidade”, comemorou o Universíade e Apoio à Captação Os Jogos Olímpicos Universitários são realizados desde 1923. O Brasil sediou a competição apenas uma vez, em 1963, quando o Universíade aconteceu em Porto Alegre. Realizados a cada dois anos, o Jogos reúnem mais de 10 mil atletas de todo o mundo que competem em cerca de 20 modalidades esportivas. Desta vez, sua captação foi conseguida com apoio da Embratur, que atuou por meio de seu Programa de Apoio à Captação e ou Promoção de Eventos Internacionais, ação da diretoria de Produtos e Destino. Recentemente, a diretoria realizou seminários para capacitar estados e municípios a disputarem a captação de eventos internacionais. A Embratur apóia órgãos públicos e entidades sem fins lucrativos na captação de eventos já consolidados, com abrangência internacional e que estejam, no mínimo, em sua terceira edição. O auxílio à captação consiste em apoio à candidatura do país (e à cidade) na fase da disputa para ser a sede. Os temas podem ser técnico-científicos ou esportivos, lembrando que é necessário que o evento já tenha ocorrido em outros dois países que não sejam o Brasil.  

Fonte:Embratur

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